Com poucas semanas entre um fato e outro, mais um caso de enfrentamento explícito contra guardas municipais no Rio de Janeiro. Algo está errado com o emprego da instituição, que, como as demais guardas, ainda vive num limbo legal delicado – entre a ação de vigilância e a de atuar como polícia.
"Ta faltando muita vontade politica para se definir a situação jurídica e institucional das
guardas municipais, sem dizer das omissões por parte de prefeitos e vereadores que não se mobilizam para a melhoria no treinamento e a aquisição de equipamentos para as GMs. Se realmente queremos ver as GMs contribuindo com a segurança publica nos municípios então, os próprios municípios devem agir e propor mudanças urgentes na constituição federal e assim, voltamos ao ponto inicial da vontade politica".
Portanto é indiscutível em termos éticos, jurídicos e técnicos o poder e “dever de polícia” das GCMs, dentro de suas atribuições. O que devemos considerar bastante questionável e completamente contraditório é a falta de responsabilidade e total imoralidade que alguns municípios tratam a sua “Polícia Municipal”. Em um país onde a criminalidade brota por todos os lados, o cidadão clama por segurança e o crime demonstra total organização, criar polêmicas infundadas e não se valer desse grande elemento eficaz contra essa situação caótica.

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