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Fiscalização e diligências no Parque da Boa Esperança em Ilhéus.


A Sema- Secretaria de Meio Ambiente de Ilhéus está atenta e atuante na defesa do Parque Municipal da Boa Esperança. Ao todo, mantém na área 09 guardas-parque que atuam também promovendo conscientização e educação ambiental. Até três anos atrás,
apenas um guarda era responsável pela fiscalização da área de 437 hectares, em
pleno perímetro urbano de Ilhéus.
Os problemas e crimes federais de caça, apreensão de animais e aves, e extração de madeira eram intensos e, com o maior investimento do Executivo, a situação está sendo convertida. A constatação é feita pelo Coordenador de Unidades de Conservação e Gestor do Parque, Eduardo Rodrigo Ferreira de Souza. Ele afirma que a atuação da SEMA tem sido fundamental para o incremento das ações em defesa desse patrimônio natural da maior grandeza e importância.
Limites e problemasCercado por bairros densamente povoados, o Parque Municipal da Boa Esperança era visto como uma fazenda abandonada. Estradas e trilhas ligam o Banco da Vitória ao Iguape, Distrito Industrial ao Banco do Pedro, Fundão a Avenida Esperança e, permitem ainda, o acesso e tráfego de inúmeras pessoas dentro do Parque. As comunidades em seu perímetro somam 60 mil habitantes aproximadamente.Até três anos atrás, recorda o gestor do Parque, diante da pouca fiscalização, o parque era usado para desova de 

cadáveres, frequentado por usuários de drogas e a caça e retirada de madeira eram constantes. A SEMA, revela ele, tem promovido a apreensão de madeira, gaiolas, espingardas, facões, machados, badoques, estilingues, alçapões e armadilhas para roedores e pequenos animais, alem de, implementar ações de Educação Ambiental junto aos moradores do entorno do PMBE.

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