A promotora de Justiça Rita Tourinho pede a suspensão imediata dos prestadores de serviços temporários que exercem funções do cargo de professor através do Regime Especial de Direito Administrativo (Reda) na secretaria de Educação do Estado.A promotora entrou na justiça através de uma ação civil pública declaratória de nulidade. Com a ação, Rita Tourinho espera que seja declarada a nulidade dos vínculos estabelecidos pela Secretaria de Educação com os 2.491 prestadores de serviço que, segundo ela, estariam sem fundamento legal para exercer funções típicas de cargos públicos, burlando a Lei de Responsabilidade Fiscal.
Rita Tourinho historia que instaurou um inquérito civil em 2008, após receber uma representação de candidatos aprovados em concurso público (edital nº 03/2005-Saeb), para provimento de cargos de professor da rede estadual de ensino, alegando que estavam sendo preteridos em razão da contratação de prestadores de serviços para o exercício de funções típicas dos cargos de magistério oferecidos no referido certame.
A partir daí ela buscou informações junto às instituições de ensino e das respostas fornecidas por diretores e por professores que já prestaram serviços na rede de ensino pelo sistema Prestadores de Serviços Temporários (PST), confirmou as informações contidas na representação.

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