José Alberto da Hora, apelido Maradona.
Aqui no Brasil, o Catador é um sujeito que praticamente do lixo tira todo o seu sustento.Hoje se estima que um em cada 1000 brasileiros seja catador.
O catador de lixo geralmente passa a noite e o dia catando tudo aquilo que lhes for rentável
a exemplo: jornais, revistas, latas de refrigerantes e condimentos, caixas de sapatos, caixotes de madeira, ferro, papelões e plásticos diversos. Reciclar é, além de um ato generoso em prol do meio ambiente, uma forma, em muitos casos, de colaborar com a renda familiar, mesmo que esse gesto tão sacrificado e nobre não seja correspondido como deveria em relação ao fator preço.
Pensando em termos ambientais e mesmo em termos de economia para a o planeta, não é necessário nenhum esforço para afirmar que os catadores são, para a sociedade, seres de grande valor sócio-econômico.
Certa vez, minha prima que mora no Canadá me disse, que nos países ricos, onde a reciclagem de resíduos já é um fato embutido na consciência dos cidadãos o recolhimento e destinação dos lixos recicláveis, são totalmente custeados pelo governo.
Lá no Canadá os catadores de lixo não sobrevivem do lixo, eles utilizam os lixos “ricos” que são jogados fora pelo grandão que praticamente todo final do ano se desfaz de toda mobilha da casa pelo simples fato de manter dentro da casa tudo que for moderno e melhor, a exemplo da geladeira, fogão, televisão, guarda roupa e outras utilidades domésticas que podem ser utilizadas tranquilamente com pequenos reparos.
Enfim, o catador de lixo de lá é o rico de cá.
Profissão: Catador de materias recicláveis.
Um trabalho sofrido, mais dígno.
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