É gente infelizmente foi isso que aconteceu, os servidores da prefeitura de Ilhéus que trabalham na saúde estão revoltados com o corte de alguns dias em seus respectivos salários. O que aconteceu foi o seguinte: Os competentes e valorosos
servidores da saúde, que tanto trabalham pelo bem-estar da população acabou sendo prejudicados por uma greve mal elaborada.O Sr. Felipe, servidor da prefeitura de Ilhéus que trabalha na saúde a mais de 10 anos, em conversa com a redação do Blog desabafou dizendo que nunca tinha passado por uma crise financeira como essa, de acordo com ele, com o corte no salário em torno de 10 dias praticamente reduziu o seu salário pela metade. E continuou: Estou muito preocupado, eu não sei o que vai acontecer, esta semana, o sindicato colocou um aviso em todos os postos de saúde, convocando a categoria para se reunir no dia 08 de agosto (segunda-feira), "tomara que Lú (presidente do sindicato) diga pra nós que prefeitura vai reembolsar o meu salário que veio cortado este mês", declarou!
O que chegou ao ouvido deste Blog foi que o secretário de saúde interino, Uildson Henrique Nascimento, com base na decisão da justiça cortou os dias dos servidores da saúde que aderiram a paralisação.
Pensamento: Nós colaboradores do Blog Guarda Maria não somos contra a greve, pelo contrário somos a favor da greve, do diálogo e da paralisação, desde, que a mesma ao final não venha prejudicar aos orelhas secas.
Tanto a paralisação quanto a greve são direitos trabalhistas que devem ser usados de forma correta.
Os servidores que trabalham na saúde não podem ser prejudicados!
Eles apenas cumpriram a determinação do sindicato.
Veja na íntegra e tome as suas próprias conclusões.
A Justiça em decisão liminar concedida na tarde desta sexta-feira (15), a vice-presidente do Tribunal Regional do Trabalho (5ª Região), desembargadora Maria Adna Aguiar do Nascimento, determinou a volta de pelo menos 50% do pessoal lotado nos postos de saúde de Ilhéus. A medida liminar atende ao pedido da Procuradoria-geral do Município de Ilhéus em ação de Dissidio Coletivo para Declaração de Ilegalidade de Greve, realizada nos postos de saúde do Município.
Caso não a determinação judicial não seja obedecida, foi estipulada uma multa diária de R$ 10 mil, ao Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Ilhéus. Na mesma decisão, a desembargadora agendou para a próxima quarta-feira (21), uma audiência de Conciliação entre a Prefeitura de Ilhéus e o Sinsepi.
A Procuradoria-geral do Município de Ilhéus ingressou com uma ação junto ao Tribunal Regional do Trabalho (TRT 5ª Região) requerendo a declaração da ilegalidade da greve realizada pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Ilhéus (Sinsepi). A paralização atinge as unidades de saúde do Município, atividade considerada essencial, causando prejuízos irreparáveis à população ilheense, sem qualquer aviso prévio, conforme prevê a legislação trabalhista.
Na ação, o Município requer a concessão de medida liminar determinando que o Sindicato se abstenha de deflagrar a paralisação no serviço de saúde, sob pena de fixação de multa diária, no valor de R$ 100 mil, caso haja descumprimento, além de autorizar a Prefeitura de Ilhéus a não efetuar o pagamento dos salários dos dias de paralisação aos empregados faltosos, até decisão final deste dissídio. Na ação, o procurador também requer a decretação da ilegalidade do movimento grevista.
De acordo com a argumentação utilizada pelo procurador Ricardo Teixeira Machado, o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Ilhéus não respeitou os preceitos da Lei 7.783/89, que determina, durante a greve, a manutenção das atividades com o propósito de assegurar os serviços, no sentido de evitar prejuízos irreparáveis. No caso de serviços ou atividades essenciais, o sindicato é obrigado a comunicar a decisão ao Município, com antecedência mínima de 72 horas da paralisação, o que não foi cumprido.
Arbitrariedade – Entre os fatos narrados na petição inicial encaminhada à Presidência do Tribunal Regional do Trabalho, a Procuradoria Jurídica ressaltou a deflagração do movimento grevista foi um ato desordeiro e arbitrário, por não atender à previsão legal. “O fechamento de todos os postos de saúde do Município de Ilhéus, causando transtorno à população que procurou o serviço de saúde do Município, agravado com a interrupção do atendimento em determinado posto de saúde”, argumenta o procurador.

6 comentários:
É com um triste pesar,que venho à público,escrever o meu repúdio com relação a esse ato desavergonhoso,de demulição de um Patrimônio Histório na cidade de Ilhéus,o General Osório.Ilhéus,é uma terra,onde políticos sem projetos,resolveram acabar,tirando tudo que à cidade tem de lembranças passadas,virando uma terra que já teve tudo e futuramente,se o povo continuar na ignorância,votando para governandes incapazes de administrar e conservar à história de Ilhéus,como este governo que parece uma traça,à nossa CIDADE NÃO TERÁ NADA.Desde à segunda guerra mundial,que o Grupo Escolar General Osório existe e onde estudaram muitos representates ilustres da cidade de Ilhéus.Em favor da existência deste Patrimônio Histórico,peço às autoridades competentes e à comunidade em geral,para que se mamifestem nun ato de comoção pública para juntos lutarmos contra esta insanidade.
sou servidor publico á mais de 11 anos, nunca vi tanta arbitrariedade,´greve deflagrada a queima roupa, sem ao menos ser feito uma assembléia com os servidores, fechamento total das unidades de saúde, desrespeitando os 30% essenciais ao atendimento da população, servidores efetivos que recebem seus salários e ponga na greve, desconto de salários servidores que não trabalham em diretamente em unidades de saúde a exemplo dos Agentes Comunitários, que realizam seus trabalhos em áreas específicas. Mudanças são necessárias, para que a coisa aconteçam, porém com responsabilidade
(Jorge Borges) É inadmissível que o pessoal da saúde pague por algo que não fez.
Quem tem que resolver o problema é o sinsepi afinal é pra isso que nós como associados pagamos a eles.
É como dizia a minha vó papagaio come e o periquito é que leva a fama.
O Sindicato Sinsepi,foi inconsequente e irresponsável!!!! À ação deveria ter à legalidade da lei,para que o funcionalísmo público não saisse no prejuízo como outrora aconteceu.E agora??? Qual será o desfecho disso tudo??? O que Lú irá fazer para não pagar às multas exorbitantes??? E qual será à solução do Sinsepi,para à reparação dos danos dos funcionário da saúde e do próprio sindicato???
Não podemos deixar que nós servidores sejamos empurrados contra a parede.
Precisamos de uma greve geral.
Mas,para se fazer uma greve geral,tem que ser dentro da legalidade!!
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